Na mesa havia um whisky barato, suco de maracujá gelado, algumas canetas, papeis
e uma vitrola do tempo da minha avó.
A Bela era perspicaz,
consciente que o mundo é uma caixinha de surpresa, uma nau de aventuras.
Continha noções do bem e do mal, embora muitas vezes não soubesse diferi-las. Ela
sonhava com o inesperado, entretanto esperava todos os dias pelo “dia em que seria o dia mais feliz da sua vida ”.
A Fera já conhecia o
mal.
Viveu no Hades, passou pelo purgatório, conversou com Deus, mesmo sem acreditar na sua existência.
Amou Afrodite, entre outras mulheres...
Não sonhava, nem aspirava ao bem, vivia um dia de cada vez, tendo a convicção de que todos eles eram iguais.
Viveu no Hades, passou pelo purgatório, conversou com Deus, mesmo sem acreditar na sua existência.
Amou Afrodite, entre outras mulheres...
Não sonhava, nem aspirava ao bem, vivia um dia de cada vez, tendo a convicção de que todos eles eram iguais.
Ocorreu uma casualidade...
A Bela e a Fera num encontro onde o bem contrapõe o mal.
Olhos nos olhos, dois universos distintos...
A Bela e a Fera num encontro onde o bem contrapõe o mal.
Olhos nos olhos, dois universos distintos...
Uma nuvem de incertezas, mas a certeza de que tudo é
mutável...
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